Archive

Archive for the ‘licenças’ Category

Sucesso na migração do TCE-MT

21 de julho de 2010 Deixe um comentário

Estou repassando um e-mail que recebi da comunicação do BrOffice.org sobre o sucesso da migração do Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso.

Segue:

Olá Pessoal,

Segue notícia interessante sobre a comunidade BrOffice.org:

TCE-MT apresenta o projeto que garantiu o sucesso da migração para BrOffice.org

Entidade economiza cerca de R$ 800 mil por ano com a implantação da suíte de escritórios aberta e tornou-se referência nacional em projetos do gênero.

O sucesso da implantação do BrOffice.org no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE – MT) é tema de palestra do Evento Comunitário da BrOffice.org durante o Fórum Internacional do Software Livre, o fisl11. A apresentação será feita pelo Coordenador de Tecnologia da Informação do TCE – MT, Edmar Claudio Marangon, e o Consultor Interno do BrOffice.org na entidade, Claudio Ferraz, que irão falar sobre os desafios, peculiaridades e estratégias adotadas ao longo do processo. A atividade acontece nesta quarta-feira, 21, às 17h, na sala 41-D, no Centro de Eventos da PUC/RS.

O projeto de migração para a suíte de escritórios livre no TCE-MT teve início em 2002. A motivação foi o fato de o BrOffice.org ser compatível com padrões abertos de arquivos, o ODF, recomendado internacionalmente, além da diminuição de gastos com aquisição de licenças de softwares proprietários. A economia estimada é de R$ 800.000,00 por ano.

Após fase preparatória, que incluiu a divulgação interna e treinamento da equipe, o TCE-MT instituiu o BrOffice.org como ferramenta corporativa em 2006, por meio de decreto administrativo. A suíte já está presente em 90% das estações de trabalho e a meta da entidade é que o BrOffice.org esteja instalado em todos os computadores até 2011.

O Conselheiro e sócio fundador da OSCIP BrOffice.org Gustavo Pacheco, que prestou consultoria à entidade durante o processo, explica que, além de significativa economia para os cofres públicos, a adoção do BrOffice.org é uma visão de futuro, juntamente com a adoção do formato ODF. “O sucesso de qualquer projeto de migração está firmado na qualificação das equipes de trabalho e na troca de experiências”, adianta.

O Evento Comunitário BrOffice.org traz ainda as palestras “BrOffice.org e PostgreSQL”, por Leonardo Cezar, que apresenta a flexibilidade de configuração e utilização do banco de dados
PostgreSQL com a suíte, e “BrOffice.org 2011”, ministrada pelo presidente da OSCIP BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, que apresentará as novas ações da Associação BrOffice.org Projeto Brasil,
entidade não-governamental que dá sustentabilidade ao projeto brasileiro.

Serviço:

O quê: Evento Comunitário BrOffice.org no fisl11
Quando: quarta-feira, 21/07, às 17h
Onde: sala 41-D, prédio 40 da PUCRS

Atenciosamente,
Comunicação BrOffice.org

Abertas as inscrições para a universidade pirata (Bahia)

30 de março de 2010 Deixe um comentário

Fonte: Notícias Linux e Junta Dados

Universidade Pirata é um projeto do Pontão de Cultura Digital juntaDados, sediado na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) campus Lauro de Freitas (PULSAI). São oferecidos cursos, discussões, oficinas sobre ferramentas de compartilhamento, direito autoral, redes sociais, tecnologias para produção audiovisual, linguagens de programação, metareciclagem e internet.

Nosso objetivo é fomentar o uso de tecnologias livres (software e hardware livre) e promover discussões sobre democratização da comunicação, apropriação tecnológica, conservação ambiental dentro de um espaço autônomo na Universidade, estabelecendo assim um contato com diversos grupos de pesquisa.

A “Universidade Pirata” vem de um esforço para demonstrar que o termo pirata não indica cibercriminalidade, e sim o grupo de pessoas que busca meios reparar as restrições ao mercado cultural, intelectual e de informação. Objetivamos rebater a intensa propaganda que compara a compra de um filme no mercado informal por exemplo, ao tráfico de drogas ou de armas.

Um pai que compra um DVD infantil para suas crianças não é exatamente um traficante de armas, o vendedor que comercializa o DVD infantil não financia o trafico de drogas com o dinheiro da sua venda. Esse ciclo de criminalidade a que se refere a própria industria do entretenimento tem como pilar as políticas de distribuição e financiamento de obras e falta de acesso a informação, cultura e lazer.

* Importante:

As pessoas que possuem computador devem levar para as aulas.

A prioridade na inscrição é para membros de Pontos de Cultura. Se existe algum ponto de cultura na sua localidade, faça contato.

Os cursos são presenciais em Salvador, mas estamos desenvolvendo os módulos a distância, as inscrições valem para as oficinas e cursos a distância também.

* Emitimos certificado sem valor acadêmico

As vagas se destinam a pessoas sem vínculo com a universidade mas alunos da UNEB podem se inscrever e concorrer as vagas residuais.

* As inscrições estarão abertas até o dia 15 de abril: http://www.juntadados.org/universidade_pirata

Petrobras implanta BrOffice.org em 90 mil máquinas

23 de março de 2010 Deixe um comentário

Fonte: BrOffice.org

A Petrobras iniciou neste mês o processo de instalação do BrOffice.org em seu parque de máquinas, estimado em 90 mil computadores. As instalações do programa de código aberto, que pode ser baixado e usado gratuitamente por empresas e usuários domésticos, devem estar praticamente concluídas em aproximadamente dois meses. Ao todo, o novo software contemplará um público interno de cerca de 100 mil pessoas, que serão, inclusive, capacitadas para o uso da nova ferramenta. A estimativa é que o processo gere uma redução de pelo menos 40% na demanda de aquisição de licenças pagas de software proprietário equivalente.

De acordo com a coordenadora de projetos de Tecnologia da Informação da Petrobras, Márcia Novaes, a adoção do BrOffice.org se deu a partir das análises de viabilidade técnica da ferramenta, que concluiu que o software tem maturidade tecnológica e é adequado às necessidades da companhia. Entretanto, o fator determinante foi o econômico, afirma Márcia. “Também definimos a mudança de padrão interno de documentos e adotamos o ODF, que é um padrão aberto com especificações de domínio público, plenamente suportado pelo BrOffice.org”, completa.

Para que a novidade seja rapidamente absorvida pelos usuários, o projeto prevê três fases, conforme esclarece o analista líder do projeto, Gil Brasileiro. Na fase atual, a de instalação do BrOffice.org, os aplicativos estão sendo instalados nas máquinas, os usuários comunicados de que existe uma nova ferramenta e um treinamento, que pode ser acessado no próprio computador, disponibilizado. Na segunda fase, o foco vai ser a comunicação corporativa da implantação em várias mídias, estimulando o uso do produto. Por fim, a última etapa será de adequação de licenças, em que cada setor poderá avaliar as suas reais necessidades e optar por manter o aplicativo atual com custos de licenciamento associados ao departamento.

A coordenadora Márcia esclarece que alguns setores manterão as licenças para esses programas. São as gerências que necessitam de funcionalidades específicas ainda não atendidas pelo BrOffice.org, ou que utilizam programas que dependem dos softwares de planilha e edição de texto proprietários usados atualmente.

“Uma das estratégias de adequação de licença é que, a partir de um determinado momento, os usuários não recebam mais o software proprietário, apenas o BrOffice.org”, explica Gil. Se houver necessidade de outra ferramenta, o gerente daquela área poderá fazer uma solicitação, justificando o pedido e arcando com os custos associados. Para montar o treinamento dos funcionários, a Petrobras contou com o apoio da OSCIP BrOffice.org. “Pedimos para que fossem mapeadas as maiores dúvidas dos usuários de BrOffice.org”, conta Gil Brasileiro.

Na fase preparatória do planejamento da implantação do BrOffice.org, a equipe da Petrobras teve reuniões com gestores que lideraram processos de migração para o programa em outras empresas, como Metrô de São Paulo, Banco do Brasil, Itaipu e Serpro. Além do BrOffice.org, a Petrobras também migrou para o navegador de internet Firefox. Estas duas experiências com software de código aberto, cujo planejamento iniciou em 2008, são pioneiras na Petrobras, em se tratando de estações de trabalho. Em muitos servidores, a empresa já utiliza o sistema operacional Linux.

Bono Vox, anti-pirataria e simpatizante do modelo chinês de controle

5 de janeiro de 2010 Deixe um comentário

É muito difícil manter-se uma máscara. No caso do vocalista do U2, Bono, o bolso fala muito mais alto do que sua pose de “roqueirinho do bem”, super-preocupado com o mundo. Pensei que ele fosse mais “ligado” nas questões da indústria cultural, e tivesse uma opinião mais crítica acerca do assunto, porém vi que é apenas mais um. Afirmando simpatia pelo controle chinês aos internautas entre outras coisas, o astro-pop dá seu discurso anti-pirataria como podemos ler na matéria do IG Tecnologia:

Fonte: IG Tecnologia

O cantor irlandês Bono Vox pediu, este sábado, em uma lista de 10 ideias para os próximos 10 anos, um maior controle sobre a propriedade intelectual de arquivos da internet, alegando que a prática do compartilhamento ilegal prejudica principalmente os criadores de produtos culturais, como compositores e escritores.

A única coisa que protege as indústrias do cinema e da TV de acabarem com o mesmo destino dos arquivos musicais e dos sites de notícias é o tamanho dos arquivos, afirma o líder da banda U2 em um artigo para sua coluna no jornal americano The New York Times.

Ele acredita que “as leis imutáveis de largura de banda” mostram que a tecnologia está há poucos passos de permitir downloads de filmes inteiros em apenas alguns segundos, algo negativo em sua opinião.

O cantor afirma ainda que os esforços dos Estados Unidos da China para combater a disseminação da pornografia infantil na internet mostram que é perfeitamente possível rastrear o conteúdo disponibilizado online, destaca o site de notícias iAfrica.

O site TorrentFreak rebate os argumentos do cantor, dizendo que o crescimento do download não autorizado de programas de TV aponta que o público não encontra o que deseja nos canais oficiais, sendo o preço um fator importante, mas que os programas não precisariam necessariamente ser gratuitos.

O site afirma ainda que atender à demanda dos consumidores, a um preço acessível, deveria ser a meta da indústria de TV e cinema na próxima década, pois combater os arquivos na internet sufocaria não apenas os consumidores, mas também seus próprios negócios.

Já o site de notícias da CNET disse que o texto de Bono surpreende, pois a maioria dos artistas omite sua opinião sobre downloads ilegais por medo de perder fãs, como aconteceu com a banda Metallica em 2000, após seu baterista Lars Ulrich, ter comprado briga com o maior programa de compartilhamento de arquivos da época, o Napster. Até o momento, o único que “dava a cara a tapa” e participava da polêmica era o empresário da banda, Paul McGuinness.

Neil Gaiman entra no debate mundial sobre a pirataria online

10 de dezembro de 2009 Deixe um comentário

O autor de romances e quadrinhos best-sellers Neil Gaiman, famoso por suas graphic novels com o personagem Sandman, entra na batalha contra a nova legislação antipirataria digital proposta pelo governo inglês, em forma de uma carta para seu autor original, Lorde Carter de Barnes. O conteúdo da carta foi publicado na íntegra no site do grupo Open Rights, do qual Gaiman faz parte.

Escrita no final de novembro, a carta toca em pontos bastante relevantes do período em que vivemos, de transição para as mídias digitais, especialmente pelas críticas que Gaiman faz aos planos do político Peter Mandelson de banir usuários que façam uso de arquivos piratas na internet, alegando que o político está induzindo uma ditadura digital.

Gaiman afirma estar certo de que a proposta de Mandelson não acrescentará um centavo aos bolsos dos artistas e seus agentes, conta o site Freakbits.

Uma nova maneira de licenciar músicas na internet deve ser encontrada, para que os artistas sejam pagos a cada vez que uma canção é tocada, defende Gaiman. O modo antigo, a seu ver, já não funciona, diz o site Tech Radar.

Os problemas de pirataria online estão bastante em evidência, especialmente após a retirada dos arquivos ilegais do site de torrents Mininova, um dos mais populares da web, após decisão judicial.

Fonte: Geek

Carta de Neil Gaiman

Vídeo: entrevista com John Maddog

4 de dezembro de 2009 1 comentário

Vejam o vídeo no site: Kretcheu Vídeo Blog

Pub britânico multado por download ilegal feito por usuário de sua rede Wi-Fi aberta

2 de dezembro de 2009 1 comentário

O proprietário de um pub do Reino Unido foi condenado a pagar uma multa de 8.000 libras depois que um de seus clientes usou sua conexão wireless aberta para baixar ilegalmente material protegido por direitos autorais. De acordo com o ZDNet, acredita-se que este seja o primeiro caso no país em que o operador de hotspot – que permite a compra ou acesso gratuito à conexão de internet de alta velocidade sem fio – foi processado com sucesso por downloads ilegais feitos por seus usuários.

Segundo a professora de Direito Lilian Edwards, entrevistada pelo site, pelas leis atuais de direito autoral no Reino Unido, em teoria, as empresas que operam um hotspot para clientes ou visitantes não poderiam ser consideradas responsáveis por downloads ilegais de usuários.

No entanto, se o projeto Digital Economy, proposto pelo governo na semana passada, passar com a sua redação atual, o problema dos prestadores de hotspot pode ficar pior.

A princípio, tais empresas não correriam risco de ter seus serviços cortados no âmbito da regra “three strikes”, que determina a suspensão da conexão de usuários que infringirem a lei de copyright três vezes. Elas teriam uma isenção com base no fato de não serem “assinantes”.

No entanto, dada a impossibilidade de se saber que o IP utilizado trata-se de um hotspot, e não de um usuário, o detentor do copyright poderia simplesmente marcar o endereço da Internet do hotspot como infrator, sem saber quem realmente usou o serviço para fazer o download. O operador do hotspot só poderia esclarecer que não foi o usuário final do serviço responsável pelo crime após a desconexão, o que certamente traria prejuízos e aborrecimentos para seus proprietários.

Fonte: IG Tecnlogia